Malmequer

Sol de penas brancas Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Fome

Quantas sementes roubaram para te tornar animal indefeso? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Verão

Gosto do cheiro a sargaço inserto na palavra; outras vezes é a sua sombra que procuro. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Violeta

Nas grandes paixões sempre existe um pequenino ramo de violetas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Rosmaninho

Rosnar ternurento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ervivo

Herdeiro universal da natureza. Seguiu a linha mais pura dos herbívoros. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Girassol

Que luz procura quem semeia girassóis? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Seiva

Íntima ternura água florida. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cebola

Há coisas que nascem para nos fazer chorar. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Semente

Será a chuva a semente dos rios? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.  

Terra

Por quantas raízes se tece o íntimo da terra? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Primavera

Quando te vejo pela manhã apetece-me ser eterno. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Hortelã

Eis uma erva prudente agasalhada temendo que os fios do inverno lhe roubem a fragrância. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Urtigas

Para esta viçosa planta em parte alguma existe mão amiga. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

NA política, como na vida, palavra dada deve ser palavra honrada. A política precisa de banho de ética, não pode valer tudo. (...) Hoje não tenho a minha palavra ética presa a qualquer compromisso. Posso decidir livremente. Hoje estou disponível para estar com os dois pés no PSD e no país. 

Rua da Estrada incógnita

ESCREVEU Fernando Pessoa (que continua sendo cidadão muito estimado): A primeira verdade da sociologia — ciência, aliás, conjectural e imperfeita — É que a humanidade não existe. Existe, sim, a espécie humana, mas num sentido somente zoológico: há a espécie humana como há a espécie canina. Fora disso a expressão humanidade pode ter somente um sentido religioso — o de sermos todos irmãos em Deus, ou em Cristo. Entre o sentido zoológico, que está aquém, e o religioso, que está além, da sociologia, não cabe sentido nenhum. Sociologicamente, não há humanidade, isto é, a humanidade não é um ente re...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

A roda dentada tem incisivos?

Errata

No reclamo do hospital do grupo Trofa Saúde situado em Gaia, onde se lê “Hospital Privado de Gaia”, deve ler-se, “Gaia privada de hospital”, por PML